ADEUS, ‘ROBIN HOOD’? FLUMINENSE BATE O Z-4, MAS TROPEÇOS NO TOPO AMEAÇAM A LIBERTADORES

​Tricolor espanta fantasma contra times da degola, mas baixo aproveitamento em confrontos diretos liga sinal de alerta na reta final do Brasileirão.

​O Fluminense vive uma montanha-russa de sensações neste Campeonato Brasileiro. Aquele velho roteiro que irritava a torcida — de tirar pontos dos gigantes e entregar a paçoca para os desesperados da tabela — finalmente começou a mudar. Só que agora o problema é outro: o desempenho contra os concorrentes diretos pelas vagas da frente ainda não engrenou.

​O CALCANHAR DE AQUILES NOS CONFRONTOS DIRETOS

​Com levantamento recente divulgado pelo ge, o retrospecto tricolor contra as equipes que brigam na parte de cima expõe um sinal vermelho. Em sete jogos decisivos, foram apenas duas vitórias — ambas no Maracanã, contra Athletico-PR e Palmeiras.

​Com um aproveitamento tímido de 38,1% nesses confrontos diretos, a conta começa a pesar. Casos como os empates cedidos fora de casa após estar em vantagem no placar (contra o próprio Furacão e o Cruzeiro) deixam no ar a sensação de pontos valiosos deixados pelo caminho — pontos que podem custar caro na briga pelo G-4.

​FIM DA SÍNDROME DO Z-4: 75% DE APROVEITAMENTO

​Se contra os ponteiros o alerta segue aceso, a boa notícia vem do duelo contra a turma do desespero. Historicamente chamado de “Robin Hood” por ressuscitar lanternas, o Tricolor vem quebrando esse estigma com autoridade:

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  • ​8 partidas disputadas contra equipes do Z-4;
  • ​6 vitórias conquistadas;
  • ​75% de aproveitamento nos confrontos.

​Essa regularidade foi fundamental para manter o Fluminense vivo na disputa, mas não resolve o campeonato sozinha.

​RETA FINAL: O MARACANÃ VAI PRECISAR JOGAR JUNTO

​O calendário não dá trégua. O Time de Guerreiros ainda tem decisões cruciais pela frente, como o reencontro com o Cruzeiro na 37ª rodada, no Maraca. Em um Brasileirão decidido nos detalhes, cada vacilo custa posições preciosas.

​Para carimbar o passaporte direto para a fase de grupos da Libertadores de 2027, o Fluminense precisa transformar essa evolução contra os pequenos em autoridade contra os grandes. O sinal de alerta está ligado: não dá mais para desperdiçar pontos.

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