Alerta no ataque: gestão de John Kennedy vira prioridade enquanto Cano se aproxima do retorno

A imagem de John Kennedy levando a mão ao tornozelo esquerdo durante o aquecimento contra o Bangu acendeu um sinal de alerta no torcedor tricolor

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Greidson Campos

2/20/20262 min read

A imagem de John Kennedy levando a mão ao tornozelo esquerdo durante o aquecimento contra o Bangu acendeu um sinal de alerta no torcedor tricolor — e certamente também na comissão técnica de Luis Zubeldía. Hoje, o camisa 9 é a única opção natural para o comando de ataque.

Sem ele, as alternativas seriam improvisações, como Serna ou o jovem Matheus Reis atuando como falso 9 — cenário que evidencia a urgência por reforços no setor.

Retorno de Cano traz alívio parcial

Na manhã desta quinta-feira, o Fluminense recebeu uma notícia positiva: Germán Cano voltou aos treinos após passar por artroscopia no joelho esquerdo. Apesar da evolução, o argentino dificilmente será relacionado para o clássico contra o Vasco, no domingo, principalmente pelo fato de a partida ser disputada no gramado sintético do Nilton Santos.

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A tendência é que o retorno ocorra contra o Palmeiras, no dia 26, ou no jogo de volta da semifinal do Carioca, em 1º de março.

Ainda assim, a situação escancara um desafio: administrar o desgaste de John Kennedy sem comprometer o rendimento ofensivo da equipe.

Equilíbrio necessário

Após a vitória sobre o Bangu, Zubeldía deixou claro o dilema. O treinador gostaria de manter John Kennedy por mais tempo em campo, já que “o camisa 9 vive do gol”. No entanto, reconhece que a falta de opções o obriga a administrar minutos com cautela.

— Eu gostaria que o John pudesse marcar mais e permanecer mais tempo no jogo. Sei que o camisa 9 vive do gol. Mas também entendo que hoje só temos ele na posição, e isso me faz pensar no equilíbrio das decisões e dos minutos para que ele esteja disponível jogo após jogo — afirmou o treinador.

Zubeldía citou Serna como possível alternativa eventual, embora não seja sua posição de origem.

Planejamento até a chegada de reforço

Com John Kennedy presente em todos os jogos do Fluminense em 2026, a gestão física passa a ser estratégica. Enquanto o novo centroavante não é contratado e Cano não retorna plenamente, o clube precisará adotar cautela para evitar perder sua principal referência ofensiva.

O momento exige equilíbrio: manter o rendimento competitivo sem comprometer a saúde do único camisa 9 disponível.

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